Fenômeno atravessou seis estados e se tornou o mais mortal dos últimos anos no país. Momento em que velejador e seu cachorro são resgatados após ficarem à deriva por passagem de furacão.
Reprodução/ g1
Mais de cem pessoas morreram nos Estados Unidos durante a passagem do furacão Helene pelo sudeste do país, o que tornou o fenômeno um dos mais mortais a atingirem os EUA nos últimos anos.
O balanço da agência de notícias AFP feito nesta segunda-feira (30) com base em registros de cada um dos seis estados por onde o furacão passou: Flórida, Carolina do Sul, Carolina do Norte, Geórgia, Tenessee e Virgínia.
A Carolina do Norte foi o estado com mais mortes: 39, segundo o último balanço local.
Além das mortes, os fortes ventos e as chuvas torrenciais deixaram algumas cidades em ruínas, estradas inundadas e milhões de pessoas sem eletricidade.
Helene tocou a terra na tarde de quinta-feira perto de Tallahassee, capital da Flórida, como um furacão de categoria 4 em uma escala de 5 e com ventos de 225 km/h. Depois, enfraqueceu para ciclone pós-tropical, mas causou graves inundações, o fechamento de centenas de rodovias e a queda de pontes.
Ante a situação, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, visitará as áreas mais afetadas no final desta semana, informou a Casa Branca nesta segunda.
Como o furacão Helene causou dezenas de mortes e destruição generalizada pelo sul dos EUA
Por que causou tantas mortes?
Furacão Helene deixa rastro de destruição nos EUA
O especialista do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos EUA Dan Brown disse à agência de notícias Associated Press que que o Helene reuniu todos os atributos para se tornar um fenômeno altamente destrutivo:
O furacão foi extenso, com cerca de 560 quilômetros de largura;
Poderoso, com ventos que atingiram 225 km/h quando ele atingiu a costa, na semana passada, criando uma tempestade generalizada;
O fenômeno trouxe ainda consigo chuvas pesadas;
E acelerou de forma rápida, rumando para o norte a até 39 km/h no mar e 48 km/h em terra, acima da média.
O especialista comparou a escala geográfica da destruição de Helene aos furacões Agnes, de 1972, Hugo, de 1989, e Ivan, de 2004.
“Sistemas que se tornam muito poderosos, grandes e rápidos infelizmente têm potencial de impacto e danos para a terra”, disse Brown no sábado (28).
VÍDEO: Imagens mostram rastro de destruição com passagem do furacão Helene nos EUA
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